Um restaurante de peixe à beira-mar em Üsküdar, Istambul, aberto em 2025, conquistou 18 reservas semanais de cadeirantes no primeiro ano — graças a um protocolo de acessibilidade escrito.
O que a norma 2020 exige
A Diretoria turca de serviços a pessoas com deficiência exige que pelo menos 20% das mesas sejam acessíveis — altura 75 cm, passagem 80 cm. Banheiros: raio de giro 150 cm, vão sob a pia.
O menu também conta: Braille ou áudio para cegos, canal escrito para surdos. A meta é serviço acessível, não apenas rampa.
Piloto Üsküdar: três camadas paralelas
O restaurante aplicou três soluções:
1) Cegos: menu Braille na entrada + versão HTML compatível com leitor de tela do QR — iOS VoiceOver lê cada prato.
2) Surdos: pedido escrito no tablet — botão "chamar garçom" e chat para a cozinha.
3) Cadeira de rodas: duas mesas fixas a 73 cm junto à janela — vista prioritária, não isolamento.
Papel da equipe: treinamento de sensibilização
A norma inclui o comportamento da equipe. Treinamento de 4 horas: pedir antes de tocar uma cadeira, guiar cego pelo antebraço, falar de frente ao surdo, evitar máscaras que cubram os lábios. Reforço mensal.
Resultado: "acessível" aparece 47 vezes em 90 dias no TripAdvisor, listado entre os "10 restaurantes mais inclusivos de Istambul".
FAQ
Menu Braille é caro? Página gofrada: 25-40 TL; 10 páginas: 300-500 TL.
QR suporta leitor de tela? Precisa HTML semântico. thMenu inclui por padrão.
Certificar a equipe? Não obrigatório, mas ajuda em inspeções.
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